Critica: Se eu ficar #8

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Sinopse: Se eu ficar é um filme de drama estadunidense dirigido por R. J. Cutler, baseado no romance If I Stay de Gayle Forman e estrelado por Chloë Grace Moretz.
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Ficar, o verbo mais gostoso do mundo, porem não é desta forma que funciona para Mia, uma garota que toca violoncelo, e que depois de um acidente perde aqueles que ela mais ama se e desta forma qual o motivo de ficar aqui, de viver? O que não foi mencionado e que Mia tem uma grande paixão: Adam, um jovem com uma gritara pronto para arrasar corações.

O filme tem uma estética maravilhosa, o cenário perfeito, com neve, músicas, chás e tudo mais, a história também é fantástica, um típico amor adolescente que rompe as barreiras da vida e da morte, Mia e Adam se completam perfeitamente, parece que o filme acaba quando eles não estão juntos e quando se encontram é uma explosão de vida lançada para o espectador. Deixa claro o interesse pela temática do alo astral, do amor, da felicidade, mas claro realista ao ponto de Mia e Adam se separarem para cada um trilar o seu sonho.

Depois de um amor obsessivo e suportável entre Bela e Edward (Crepúsculo), Se eu ficar não leva em nada esse tipo de drama adolescente de modinha (que por sinal gosto bastante), ao contrário aqui o casal Mia e Adam são humanos e anormais na medida do possível. Um garoto charmoso que tem uma banda e, é apaixonado por sua guitarra, a outra um “peixe em Marte” que toca violoncelo e acha que não é capaz. De uma forma inusitada um começa a fazer parte da vida do outro, é o que prende o espectador na cadeira até o fim.

O que importa para quem degusta o longa, não é a fase em que Mia se encontra em coma, mas sim os momentos em que é demonstrado a felicidade dela. Cada cena é rica em expectativa, não é um amor melancólico, mas bonito de se ver. Não gosto da comparação feita entre o filme A Culpa é das Estrelas e Se eu ficar, os filmes estão em sintonias diferentes, tudo bem, uma questão medica “meio que atrapalha o lance”, mas isso não é o fato principal do rompimento do casal no decorrer do filme.

Bom, deixando claro que não li o livro, porem gostei bastante da forma como a direção do filme não dá tanta importância para o fato do EQM (Experiência de quase Morte), bom pelo menos nesta adaptação, deixando todo o drama envolta dos momentos, lembranças de Mia Hall.
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Bjus!