Crítica: Quando ti conheci (Equals) 10#

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No futuro, existe uma nova raça de seres humanos: os Equals, indivíduos pacíficos, justos e que não possuem mais emoções. Até que uma doença passa a ameaçar todos, ativando sentimentos em suas vítimas, que são excluídas do resto da sociedade. Silas (Nicholas Hoult) é infectado, mas percebe que Nia (Kristen Stewart) também possui sentimentos, sendo capaz de escondê-los. Sentindo pela primeira vez algum tipo de intimidade em suas vidas, eles decidem fugir.

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Você jura que quando começa o filme verá novamente mais uma adaptação de livro futurista modinha que ganha olhares de todos os jovens, porém isso não ocorre, o que é praticamente estranho. Equals um longa que sabe conquistar de um jeito doce e enigmático.

Quando ti conheci (título tradutório até que aceitável) vem narrando a história de uma sociedade futurista na qual demonstrar ou ter qualquer tipo de sentimento é considerado uma doença, até aí bem clichê, pois o filme Doador de Memórias também traz essa concepção de ausência de sentimentos, mundo cinza, essas coisas todas, o que chama a atenção em Equals é a forma como os personagens são jogados e trabalhados no enredo, na minha opinião a escolha dos atores foi perfeita Nicholas Hoult não é um ator tão expressivo o que colou perfeitamente em Kristen Stewart conhecida como a rainha da não expressão, como o filme trata simplesmente disso eles se encaixaram como luva (claro que Kristen parecia mais chorona do que quando Edward lhe abandonou em uma floresta, lá no segundo filme da saga Crepúsculo), mas enfim senti sincronia na dupla, li por ai, muitas críticas falando mal das atuações dos dois e discordo completamente (dá sim para amar, vibrar e temer com Silas e Nia).


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Algo que também chamou a atenção é a centralidade nos personagens e não propriamente no enredo futurista de como eles foram parar ali ou quem é o líder ditador e obcecado em exterminar todos que apresentam a tal doença (conhecida no filme por SOS) o filme é aquilo: Silas e Nia apaixonados e sobrevivendo um dia a cada vez, até que uma possível cura está a ponto de acabar com o romance daí para frente é só assistir e se apaixonar.


Alguns elementos não são novos como fotografia e figurino tudo bem previsível, apesar disso o filme tem muitos créditos e prende o telespectador que não perde por assistir, pois as atuações de Nicholas e Kristen convencem e convencem muito bem e o filme não é tão previsível assim, confesso que em algumas cenas me senti surpreendida. O roteiro é original e chama a atenção, pois também alerta a sociedade sobre as doenças mentais, a solidão e o preconceito.



                     


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Bjus!