Critica: O Espaço entre nós #15

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O adolescente Gardner Elliot (Asa Butterfield) é o primeiro humano nascido em solo marciano. Mas ele deseja fazer uma viagem à Terra para conhecer a verdade sobre seu pai biológico, e sobre seu nascimento. Nesta jornada, ele tem o apoio de Tulsa (Britt Robertson).

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O que dizer de O Espaço entre nós? Mas um chicletinho adorado pelos fãs, cheios de frases legais e cenas manjadas típico de romances adolescentes? Nem tanto! A ideia de nascer em Marte não seria muito desagradável a não ser por você nunca poder pisar em solo terráqueo, mas isso não funciona para Gardner Elliot (Asa Butterfield).

Um road movie, um romance, uma ficção cientifica naquele estilo! Bem típicos dos gêneros. Gardner o único ser humano nascido em Marte que acende um grande desejo de conhecer a terra para encontrar seu possível pai e o grande primeiro amor de sua vida Tulsa (Britt Robertson) Num clima de muita azaração onde vão rolar altas aventuras (kkkk).

A fotografia é linda o lugar é perfeito belas paisagens em um clima super-romântico a música perfeita e o que falar dos atores ótimos preenchem bem os espaços Asa Butterfield, ou melhor, Gardner é do tipo de garoto honesto e nerdzinho que está descobrindo o mundo. Tulsa é do tipo explosiva e rebelde ao ponto de coisas loucas e radicais (resumindo ela é massa!).

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Com frases divertidas e cativantes como: “Gardner: Tulsa eu juro que não estou mentindo, minha era Astronauta ela cometeu um erro, eu nasci em Marte, só porque as pessoas mentiram pra você antes não quer dizer que eu estou mentindo agora, e só porque uma coisa parece maluquice não quer dizer que seja mentira. Então se quer mesmo se livrar de mim caí fora você, porque eu vou encontrar meu pai” e “Tulsa: Por que todo mundo é problemático, assustado e tá tentando ser o que não é, e se todo muno saísse por ai dizendo o que realmente sente para as pessoas por quem sente todo mundo seria feliz, ou sei lá” ou “Gardner: Não importa o quanto eu queira a terra, a terra não me quer aqui!”.

A ideia do filme é belíssima com essa onda pós-apocalíptica e apocalipse zumbe a tals é posto aqui uma nova perspectiva, pois a ida a Marte nada mais é do que um sonho que se tornou possível, mas infelizmente falho onde o planeta terra não sofreu danos (SPOILER), pois Gardner vem ao planeta água e ele continua como o conhecemos mais tecnológico, porem igual. 

A Cena:
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A cena mais linda e fofa é quando os personagens estão sozinhos em meio ao que se parece os Cânions, mas acho que são só montanhas do Colorado, onde rola umas frases legais e muita pegação, o lugar ajuda bastante é realmente fantástico.

Filme leve, romântico típico com algumas emoções e bem previsível, mas mesmo assim é legal a ideia central que é o romance foi bem desenvolvida e conquista os fãs do gênero.

           Em breve diálogos marcantes deste filme, se gostou comente!

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Bjus!