Arte na Natureza (Segunda parte)

Entendemos que desde o principio a arte imitou a vida, hoje entenderemos alguns conceitos dos quais são importantes para a nossa visão de mundo.

Os escultores, pintores e artistas no geral sabem retirar da natureza o máximo que ela pode nos oferecer. Desta maneira são encontradas tanto no macrocosmo como no microcosmo:

“O macrocosmo é identificado ora com o Universo, o mundo que é um todo orgânico, ora como o mundo das coisas grandes, das leis magnas, das leis da física, dos conjuntos estelares, planetários, galácticos e do que possa ser considerado grande, maior, enorme, aos conjuntos dos conjuntos, livros de referência de referências, aos conjuntos conhecidos de determinada época etc. Sendo exatamente o oposto de microcosmo’.

Essas tendências. Os indivíduos buscam também uma simetria. A percepção geométrica também é fator importante, assim como é retratado nas obras de Picasso em Guernica pintada em 1937, sem contar a famosa sequencia de Fibonacci descrita por Leonardo Fibonacci no fim do século 12, que é uma sucessão de números encontrados em todas as áreas da vida. É uma sequencia que estabelece afinidade com a proporção Áurea, essa sequencia de números nada mais é que a resultado de soma dos números anteriores.

Ao analisarmos as tonalidades de cores, formas, diferentes espécie e gêneros só podemos ter certeza de um Deus criador, notamos isso em um exemplo lindo dado no programa Origens, às cores do Pavão a beleza retratada em uma obra de arte que o ser humano em especial enxerga muito mais do que outros animais.

O grau de sofisticação das organelas, da vida microscópicas e suas estruturas espontâneas, as origens funcionais da vida na terra, a matéria ordenada em tamanha inteligência e capacidade, vinda porem somente do nosso criador (que revela na natureza sua intenção e sentimento).





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