Resenha A Fúria dos Reis - As crônicas de Gelo e Fogo livro II #16

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Sinopse: Quando Eddard Stark, lorde do castelo de Winterfell, aceita a prestigiada posição de Mão do Rei oferecida pelo velho amigo, o rei Robert Baratheon, não desconfia que sua vida está prestes a ruir em sucessivas tragédias. Sabe-se que Lorde Stark aceitou a proposta porque desconfia que o dono anterior do título fora envenenado pela manipuladora rainha - uma cruel mulher do clã Lannister. E sua intenção é proteger o rei. Mas ter como inimigo os Lannister pode ser fatal: a ambição dessa família pelo poder parece não ter limites e o rei corre grande perigo. Agora, sozinho na corte, Eddard percebe que não só o rei está em apuros, mas também ele e toda a sua família. Quem vencerá a guerra dos tronos?
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         O que dizer dessa continuação perfeita de Guerra dos tronos? Estou até agora sem palavras, ou melhor, com as palavras certas, o livro é perfeito, genial, envolvente e totalmente imprevisível. George. R. R. Martin nos impressiona claro, novamente com a continuação de uma guerra que esta longe do fim. A fúria dos reis é mais do que lemos no primeiro livro, claro que temos quase a mesma história que gira em torno dos quase mesmos personagens.

       A trama começa com o surgimento de um cometa que todos acreditam ser um aviso, para as guerras, vitórias (da casa Lanninster devido à cor do cometa) e a volta da era de Dragões (casa Targaryen).

        Claro que o personagem desta obra é o Lanninster “mais gente boa que existe”, o Tyrion Lannister, o personagem do anão é tão importante quanto foi Eddard Stark no primeiro livro. Tyrion deixou o status de: “anão dependente” para: “anão independente, determinado audacioso e sagaz“ o personagem nos é revelado com um desejo de justiça e consegue por um tempo a pratica- la, mas como já conhecemos G. R. R. M. sabemos que ele dá um remelexo na história e pronto tudo muda (não pense ainda pelo lado negativo!).

         Aparecem também outros personagens que antes só mencionados e poucos vistos no primeiro livro, como o Theon Greyjoy (aff! personagem desprezível) revelado agora como um cara sem caráter e muito, mas muito mal, e agora também Davos Seaworth, (fator principal na batalha para destruir o Rei Louco).

      Confesso que estou apaixonada pela obra e seus personagem tão distintos, o livro é perfeito e tem um estilo totalmente do escritor que nos remete a um século gelado e quente ao mesmo tempo, estou maravilhada pela forma como G. traz a história ele não tem medo de matar, quebrar ou envolver seus personagens num circulo tentador e viciante de acontecimentos que muitas vezes são bem cruéis.

      Seus personagens são diversificados, claro que o leitor se apega aos Starks que neste livro aparecem com frequência em suas dores e sofrimentos, menos o lindo e magnífico Rei Robb (G. R. por favor não o mate nos próximos volumes, kkk) que não tem um capitulo seu, mas é mencionado pelos outros sempre como grande e vencedor de muitas batalhas, também temos o belo e jovem Snow (não consigo esconder meus sentimentos Kkkk) que neste volume esta mais determinado em encontrar seu tio o Benjen Stark.

      Temos também as princesas Sansa e Arya duas irmãs tão deferentes que chego a crer que G. R. R. M. brinca um pouco com o leitor, Sansa nasceu para ser da corte, se casar e trazer belos filhos ao mundo, fraca e medrosa ainda está sobre o poder de Cercei, já Arya (conhecida também por Cara de cavalo, Aryn, Doninha) é a Stark mais determinada, forte, guerreira e corajosa, a coitada sofre o pão que o diabo amassou, mas não desiste de retorna a sua querida Winterfell.  A Sra. Catelyn é praticamente a mesma, mas próxima de Robb ela tenta o ajudar de todas as maneiras, mas agora teme pelo mais novo inimigo o “Rei Stannis” pode se disser assim.

        Também temos Bran e Rickon os únicos Stark que permaneceram em Winterfell. Neste livro G. R. R. M. traz algumas revelações sobre a personalidade do pequeno e aleijado Bran (francamente gostei muito da participação de Bran neste volume), ele esta mais forte e parece não ter tanto medo da guerra e de perdas, Rickon ainda é um garotinho que choraminga pela mãe e os irmãos distantes e às vezes pelo pai.

Por fim a nossa mãe de Dragões a forte Targaryen Daenerys que teve poucas participações, mas que foram com certeza decisiva, agora totalmente outra pessoa como a própria afirma em suas passagens no livro, particularmente adorei o que G. fez com a personagem, a colocou no centro e também na luta pelo trono de ferro, o que deixa a história mais emocionante do que já é.

        Enfim livro perfeito, história perfeita, personagens perfeitos, desfecho perfeito, não poderia esperar menos de G. nesta continuação perfeita, agora só resta maravilhar-me um pouco mais com “Tormenta de espadas”.

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Crítica: Rei Arthur: A Lenda da Espada #17

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Arthur (Charlie Hunnam) é um jovem das ruas que controla os becos de Londonium e desconhece sua predestinação até o momento em que entra em contato pela primeira vez com a Excalibur. Desafiado pela espada, ele precisa tomar difíceis decisões, enfrentar seus demônios e aprender a dominar o poder que possui para conseguir, enfim, unir seu povo e partir para a luta contra o tirano Vortigern, que destruiu sua família.

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São aproximadamente 30 produções inspirada na famosa lenda sobre o Rei Arthur algumas delas bem aceitas outras nem tanto, A lenda da Espada vem com uma pegada nova, o moderninho Rei Arthur é um galã cheio de marra e piadinhas prontas ao gosto do freguês, que alias abriu os braços e recebeu de forma bem humorada a ele.

O que dizer dos atores? São bons né!? Sim, alguns rostos conhecidos outro não como o próprio king interpretado por Charlie Hunnam um gangster da idade Média aspirante a rei, ficou mais conhecido por interpretar justamente o Rei Arthur, sim ele atuou em Z – a cidade perdida, A colina Escalarte nada tão grandioso, atua muito bem fazendo com que nenhum outro personagem se sobressaia ao seu. Jude Law dá vida aqui ao amável Vortigern sem muitas considerações a ele, ainda temos Astrid Bergès-Frisbey como a maga, e os atores Erik Bana por Uther Pendragon e Djimon Hounsou por Bedivere.

A fotografia é relevante sem muitas surpresas, agora o figurino é um show de moda contemporânea, me diz ai em que filme medieval você veria um rei com corte tão moderno estilo slicked back hair do David Beckham e alguns personagens com toucas e calças bem justinhas? Em Rei Arthur e a Lenda da Espada você verá! E falando em David Beckham ele também faz uma pequena participação na trama.

A trilha sonora é fantástica sem dúvida um acorde perfeito a musica de entrada é linda e cheia de efeitos, lembra Senhor dos Anéis o Retorno do Rei até mesmo pela releitura da cena da Batalha de Pelennor. Mais que destaque para a The Devil and The Huntsman de Sam Lee.

A Lenda:

Aqui temos um Arthur diferente do tradicional, órfão de pai e mãe ele é criado por prostitutas até encontra o seu futuro não tão desconhecido, fugindo totalmente dos relatos místicos de ser criado pelo Mago Merlin do qual não se ver sombra dele ou de Guinevere e muito menos Lancelot (suspeito de que possíveis continuações se esquivarão do tradicional) pelo menos vemos ali a távola redonda e alguns gatos pingados de cavaleiros e a nossa estrela Excalibur.

SPOILER o engraçado é que Arthur não quer seu legado, não quer ser o rei, não lembro - me de ver tal situação em outros filmes que conte a história é com certeza um fato interessante.

A cena:

A cena mais maçante é a decisão de Arthur por salvar seus amigos que estão em perigo da qual os produtores não fazem tanto uso da tecnologia (pelo menos é o que parece) ficou bem real e atrativa, pois em cenas seguintes os efeitos especiais não são tão legais assim, deixando a desejar. Sem falar que essa cena é pura ação e adrenalina.

Um aspecto negativo é a falta de explicação dos fatos que por si só não se explicam, pra quem não é conhecedor da história fica literalmente a ver navios, mas é algo que não interfere muito.


O mito novamente ganha um novo titulo, um grande filme com um belo elenco e doses singelas de humor suprindo temporariamente a necessidade de uma produção que encantasse o público e assemelhando aos posteriores.


                  


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Profecias de Daniel - Uma Estátua Assustadora

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Um sonho que a mais de dois mil anos vem revelando a história da humanidade. O sonho de Nabucodonosor que é mesmo que caldeu e significa: “Prece dirigida ao Deus Nabu por proteção” (império Neobabilônico) tem mais 2.500 anos de história e é tão atual para nossos dias como o jornal que lemos todas as manhãs.

Daniel teve quatro visões durante todo o livro em Dn. 2:1-2 O rei não sabia o sonho, se os magos não o revelassem eles morreriam (11-12). Daniel buscou a Deus em oração e ele revelou o sonho (19). Daniel foi à presença do rei para revelar o sonho (26-45) com as seguintes interpretações:

Babilônia: “Tu és a cabeça de ouro”, o reino de Nabucodonosor durou de 605 a.C... 539 a.C.
Medo-Persa: “Depois de ti, se levantará outro reino inferior ao teu” (Dn 5:26-28) o reino de prata.
Grécia: “É um 3° reino, de bronze, o qual terá domínio sobre toda a terra (Greco-Macedônico)”, 331 a.C...168 a.C.
Romanos: “O quarto reino será que quebra todas as coisas”, 168 a.C...476 a.C, o reino de ferro.
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Depois deste ultimo reino veio se juntar ao ferro os dez dedos de barros ou as dez nações barbaras, 352 a 476, principalmente as Germânicas:

1. Os Álamos (352) Alemanha;
2. Os Francos (352) França;
3. Bargundos (406) Suíça;
4. Vândalos (406) Extintos;
5. Suevos (406) Portugal;
6. Visigodos (408) Espanha;
7. Sanxoes (449) Inglaterra;
8. Ostrogodos (453) Extintos;
9 Lombardos (453) Itália;
10. Hérulos (476) Extintos;

Nos dias atuais a pedra que será jogada sem auxilio de mãos destruirá os pés da estatua. Lembrando que são pequenas anotações sobre o tema, se quiser conhecer mais clique no vídeo abaixo e tenha um estudo completo, se gostou comente.  

Preparação para o tempo do fim: Salvação e o tempo do fim

A lição da classe sabatina deste semestre falará sobre a Preparação para o tempo do fim, o tema desta semana foi Salvação e o tempo do fim deixarei um link para vocês estudarem o livro do profeta clique aqui, se você ainda não conhece a escola sabatina clique aqui e saiba!

Deixarei um vídeo aqui dos irmãos da igreja que realizam um trabalho maravilhoso que ensinam a palavra de uma forma clara e profunda!


                     


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Diálogos Marcantes #3 Stephanie e Joe Morelli


Olá minha gente!

        O Diálogos Marcantes de hoje é sobre um dos filmes que eu mais gosto no mundo (o nome dele no Brasil é bem porcaria, mas tá bom) porque o filme é uma delícia! Amo praticamente tudo que a Katherine Heigl faz, suas comedias românticas são simples mais verdadeiras sem falar que na maioria das vezes morro de rir, então no filme Como Agarrar Meu Ex-Namorado temos alguns diálogos bem legais que marcam o longa. Para quem não assistiu o filme fica bem difícil de visualizar as cenas então é só clicar aqui e ler a crítica do filme para ficar mais por dentro e sem mais delongas ai vão alguns diálogos:

Cena em que a caçadora de recompensas encontra Joe e ela tenta levá - lo preso:

Stephanie Plum: - E a sua mãe hein!?
Joe Morelli: - O que tem a minha mãe?
Stephanie Plum: - Ela hipotecou a casa, ela vai perde tudo e você não se importa, ei espera ai, me escuta.
Joe Morelli: - Me escute você, eu ti mato antes de deixar você me levar sobe custodia, porque número 1, sou policial, sabe o que acontece com policiais na cadeia a coisa é feia, número 2, você é a ultima pessoa que eu vou deixar ficar com a grana, porque você é uma maluca que me atropelou por não ter ti ligado depois de transar com você a nossa historia é antiga como as Pirâmides moça.
Stephanie Plum: - Foi um acidente!
Stephanie Plum: - Você vai pagar Morelli, é serio, eu vou atrás de você, tá legal eu vou pegar a chave do meu carro e... Cadê minha chave?
Joe Morelli: - Eu tenho que dizer que, eu gostei do seu cabelo encaracolado assim, combina com a sua personalidade sabia? Tem muita energia, não muito controle e é sexy demais.
Stephanie Plum: - Não conhece minha personalidade.
Joe Morelli: - Não? Eu sei pelo menos da parte sexy demais.
Stephanie Plum: - Não acredito que disse isso!
Nessa parte Morelli se aproxima de Plum e pega as suas chaves e joga no lixo.

******


Nessa cena a assistente do primo de Stephanie passa o contato de um policial para ajudá – la nas capturaras dos malas-sem-alça.

Stephanie Plum: Ranger Manoso, o Deus guru dos caçadores de recompensa, parece que Michelangelo mergulhou a estatua de Davi em caramelo e deu uma arma de fogo pra ele.


******


Nessa cena Stephanie está levando para cadeia um senhor de idade que gosta de andar por ai nu!  Isso mesmo minha gente peladão. Porém ela está usando o carro do Morelli e ele foi atrás dela!

Stephanie Plum: - Que foi? O sinal está vermelho, tá buzinando?
- Droga, droga, droga!
Joe Morelli: Você ficou maluca esse carro é meu, esse caro é meu!
Stephanie Plum: Chama a polícia!
Joe Morelli: - Caramba! esse carro é meu!
Stephanie Plum: - Por enquanto é meu Morelli, se liga!
Joe Morelli: - Ah minha nossa esse cara ai tá pelado É? Tomara que ele esteja de cueca, é melhor o senhor está de cueca em amigo!
Senhor (que está sendo levado pela Plum): - Relaxa rapaz! Ar fresco faz bem pros garotos!
Stephanie Plum: Estamos indo para a delegacia agora, então se você quiser me seguir vai ser ótimo, vai facilitar meu trabalho.
Joe Morelli: - Abre essa porta!
Stephanie Plum: - Eu tenho quer ir foi muito bom ti ver! Tchau, tchau.


*****


Essa é uma das cenas mais engraçadas Stephanie está no banho e Morelli entra e a algema em sua banheira nua, ela pede ajuda para o Ranger.

Stephanie Plum: Foram dois caras em uma noite que me viram nua e foram embora! Devo ficar preocupada?


*****

Joe Morelli: Plum?
Stephanie Plum: Morelli?
Joe Morelli: Eu... vi isso aqui e pensei em você (um cupcake)!
Stephanie Plum: Tá se ele consegue não guarda rancor, eu também consigo! E não vou recusar um bolinho!

Então o filme é ótimo e tem várias cenas legais e bem sacadas! Vejam não vão se arrepender (claro que goste do gênero).

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Resenha A Viagem do Tigre #15


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Perigo. Desolação. Escolhas. A eternidade é tempo demais para esperar pelo verdadeiro amor? Em sua terceira busca, a jovem Kelsey Hayes e seus tigres precisam vencer desafios incríveis propostos por cinco dragões mítico. O elemento comum é a água, e o cenário de mar aberto obriga Kelsey a enfrentar seus piores temores. Dessa vez, sua missão é encontrar o Colar de Pérolas Negras de Durga e tentar libertar seu amado Ren tanto da maldição do tigre quanto de sua repentina amnésia. No entanto o irmão dele, Kishan, tem outros planos, e os dois competem por sua afeição, além de afastarem aqueles que planejam frustar seus objetivos. Em a Viagem do tigre, terceiro volume da série A maldição do tigre, Kelsey, Ren e Kishan retomam a jornada em direção ao seu verdadeiro destino numa história com muito suspense, criaturas encantadas, corações partidos e ação de primeira.
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           Kells agora se vê em um dilema que parece não ter fim, quem ela ama de verdade? Com quem deve ficar? Quem vai fazê- la mais feliz? (Já esperávamos por isso). Como isso é muito previsível, e todos nós já sabemos que ela vai ficar com o Ren, a trama toda fica muito “chatinha”. Kells é muito manipulada por Ren, faz tudo o que ele quer e isso é um pouco irritante, é muito dominador da parte de Ren querer que Kells faça tudo do jeito dele, aff!

(OS PRÓXIMOS PARÁGRAFOS ESTÃO CHEIOS DE SPOLER, ENTÃO QUEM AINDA NÃO LEU PULE, OU ENTÃO LEIA E MATE SUA CURIOSIDADE).

Bom vocês já sabem que o Ren esta diferente (muito diferente), mas aconteceu algo é Tibum! Lá esta o Ren que (eu pensava que conhecia) o Ren doce e romântico praticamente se perdeu no tempo e surge outro Ren, dominador e chato (pois é eu pensava que isso seria impossível, mas ele esta assim). Sinceramente gostei e não gostei da forma de como que ele recuperou a memória (sim, graças ele recuperou a memória! kkkk), mas pelo fato de como ele simplesmente se coloca em OFF por tempo indeterminado não se lembrando de Kells e de tudo em relação a eles, e ai quando a garota esta “supostamente” feliz de novo ele simplesmente se coloca novamente em ON e a quer de novo? Fala serio! Sem falar que é muita crueldade com o Kishan (isso mesmo, Kells esta agora com Kishan).

Bom o personagem que merece aplausos e que esta menos chato é o Kishan lindo e perfeito, agora esta pousando de bonzinho, mas mesmo assim ele é maravilhoso, nesse livro descobrimos um lado dele que (eu juro) não sabia que existia, Kishan é romântico, lindo, responsável, carinhoso, resumindo tudo de bom!!! Kishan se declarou mais abertamente para Kells, que tentou, tentou e não conseguiu esconder seus sentimentos por ele também (até parece, que garota não ia amar um príncipe, ainda, mas sendo o Kishan), mas como dito antes Kells esta em um dilema amar dois homens amaldiçoados que são irmãos.

Gostei do fato de a autora trazer tantas histórias que se somaram de forma eficiente e nutritiva a trama toda, o livro é praticamente uma enciclopédia que envolve muitas histórias de civilizações, criaturas e lendas do mundo inteiro. Aprendi muito com o livro, principalmente nos capítulos em que a autora traz explicações sobre mergulho com o lindo Texano Wes (professor de mergulho contratado pelo Kadam). Gostei também do fato de a autora dar mais vida a Nilima que quase não aparecia na história e também de nos revelar mais sobre o Lokesh, um ser desprezível e abominável (detestável, que agora estar apaixonado por Kelsey, mais um!).

O fato de Collen descrever detalhadamente comidas, roupas e lugares realmente ficaram muito chatos, as histórias, o drama, a aventura, os romances, simplesmente aparecem mais uma vez, agora com um pouco de enrolação. Apesar desses pontos negativos o livro é bom, recomendo que tenham paciência e sigam em frente para chegarem ao quarto livro: “O Destino do Tigre”.

Em breve mais resenhas, tudo de bom galera bjus e bjocas!!!